3 dicas para abandonar o sedentarismo

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Ter uma vida ativa, com exercícios e alimentação correta é mais fácil do que se imagina. Tanto é verdade que as áreas da Medicina são unânimes em indicar a prática de uma atividade física regularmente. Tamanha preocupação tem motivos bem sérios: primeiro, porque o sedentarismo é a principal causa do aumento da incidência de várias doenças: hipertensão arterial, diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol, infarto do miocárdio –  são alguns dos exemplos.

“O sedentarismo é considerado o principal fator de risco para a morte súbita, estando, na maioria das vezes, associado direta ou indiretamente às causas ou ao agravamento da grande maioria dos males”, alerta Turíbio Leite de Barros, Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Quer ter mais motivos para não ser uma sedentária?

Trabalhos científicos já mostraram que praticar exercícios por um período mínimo de 30 minutos diariamente, contínuos ou acumulados, é a dose suficiente para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida. Veja agora 3 dicas para abandonar o sedentarismo.

Alimentação é fundamental

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Sentir o apetite aumentar quando se começa a praticar atividade física por um período superior a uma hora – com caminhada, musculação, correr ou andar de bicicleta – é normal, até porque você começa a aumentar o gasto calórico. Por isso, escolher corretamente o que consumir antes, durante e depois da prática esportiva é importante para aumentar o rendimento, garantir disposição – quando é feita pela manhã -, ou uma noite tranqüila, se o exercício for feito após o trabalho.

“Até uma hora antes do exercício, consumir alimentos ricos em carboidratos de rápida digestão, como suco de fruta natural, banana com mel ou ainda torrada com geléia, por exemplo, garante a saciedade sem trazer aquele incômodo de estômago cheio durante o treino”, orienta Miriam Topein Ghorayeb, diretora do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as bebidas isotônicas são indicadas apenas para atletas, que passam até seis horas em atividade intensa e eliminam grande quantidade de minerais como sódio e potássio. “Nos demais casos, a hidratação com água durante os exercícios é suficiente e essencial”, aconselha.

Depois da atividade física

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Da mesma forma que praticar exercícios em jejum é um erro, porque sem alimento o metabolismo torna-se mais lento e o apetite tende a ser muito maior depois, o mesmo acontece se a pessoa ficar muitas horas sem comer depois dos exercícios. “O organismo usa a massa magra como fonte de energia. Resultado: a gordura permanece e a pele torna-se flácida pela ausência de massa muscular”, observa a especialista.

O ideal, segundo ela, é fazer uma refeição balanceada com uma fonte de cada macronutriente: carboidrato (pão, torrada, arroz, cereais – de preferência, integrais), proteína (leite de vaca ou de soja; carne, ave ou peixe, magros; feijão; queijo; peito ou blanquet de peru), fibras (verduras, legumes, frutas, cereais integrais) e gordura (azeite, margarina, manteiga e carne magra).

Para quem tem pouco tempo, uma boa alternativa é carregar uma lancheira com embalagens individuais de AdeS Frutas, torrada integral e queijo magro, como opção para a hora do lanche. “Caso a refeição após o exercício seja o almoço ou o jantar, o ideal é que tenha porções de verduras e legumes, uma porção de carne, outra de arroz ou de massa, feijão e, de preferência, uma fruta como sobremesa”, orienta Miriam.

Vitaminas de que o seu corpo precisa

Segundo os especialistas em Nutrição, o excesso de trabalho e a falta de tempo não podem ser sinônimos de alimentação fast-food, pois a indústria também está empenhada em oferecer produtos saudáveis e ricos em nutrientes que ajudam a suprir as necessidades diárias de macro e micronutrientes.  Por exemplo cada copo de AdeS Frutas contém 15% da recomendação diária de ferro, ácido fólico e zinco”, afirma Elisabete Vargas, nutricionista da Unilever.

Ela explica que a empresa comparou três alimentos in natura e ricos nos três nutrientes, com uma porção de AdeS. A conclusão é que uma beterraba pequena (33 g) contém a mesma quantidade de ácido fólico de 200 ml de AdeS. Quatro colheres de sopa de ervilha (50 g) contêm a mesma quantidade de ferro de 200 ml de AdeS. E um maço de espinafre cru (200 g) contém a mesma quantidade de zinco dos mesmos 200 ml de AdeS.

E isso não é tudo. AdeS contém ainda vitaminas C, B6, B12, B1, B2 e B3. Mas é sempre bom lembrar que nenhum alimento sozinho garante todas as necessidades vitamínicas diárias. “O consumo da bebida deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis”, conclui a nutricionista.

Recapitulando: tenha uma alimentação saudável, pratique excícios físicos pelo menos por 3o minutinhos ao dia e não deixe de tomar vitaminas para manter os nutrientes do seu organismo em dia. 😉

Consultoria: Unilever – Fotos: Shutterstock / Reprodução