Cauterização ou queratinização? Qual é a melhor?

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Cauterização ou queratinização? 

Cabelos impecáveis virou sonho de consumo de muitas mulheres. Afinal, mantê-los bonitos, não é fácil, principalmente com a correria da vida moderna.

Pouco tempo para cuidar dos cabelos, má alimentação, estresse e poluição contribuem para a perda da saúde e da beleza dos fios, entre outros aspectos.

Com a evolução da cosmética, hoje em dia há no mercado da beleza tratamentos que oferecem resultados excelentes e em  um curto espaço de tempo, como a cauterização capilar e a queratinização dos cabelos.

Como saber quais dos dois cuidados é o melhor para os seus fios?

A cabeleireira e técnica de beleza da Condor, Ariane Ianicelli, explica que a função das duas técnicas é reconstruir a fibra capilar por meio de doses de queratina – proteína que compõe a estrutura do cabelo.

Os fios são expostos a muitas agressões externas como, sol, cloro, vento, sal, além dos processos químicos que agridem ainda mais as madeixas.

Nas aplicações químicas (alisamentos, tinturas etc) as cutículas são abertas em excesso e ocorre perda de proteínas e vitaminas, deixando os fios quebradiços e sem vida.

Em alguns casos, a agressão é tão forte que provoca a destruição dessas cutículas, expondo ainda mais a fibra capilar.

Cauterização ou queratinização? Entenda!

Com a mesma função de um “cimento”, a queratina tapa os eventuais “buracos” contidos pela ausência da proteção e, assim, evita a perda da saúde dos fios.

Já a cauterização capilar consiste em aplicar a queratina, selar com chapa, incorporando-a ao fio. Eventualmente esse processo de reconstrução deixa os cabelos selados e recuperados, mas, com aspecto áspero.

A queratinização capilar é o nível superior da cauterização, pois além de recuperar, utiliza também uma série de cremes hidratantes e máscaras capilares ricos em colágenos e elastina, que repõem o manto hidrolípidico da cabeleira, deixando-a saudáveis, macias e sedosas.

Não exagere na dose

Independente do processo, a queratina em excesso nos fios pode deixá-los rígidos, fazendo-o com que se quebrem facilmente. Por isso, é aconselhável uma pausa de no mínimo três meses entre uma aplicação e outra.

Outra dica: realizá-las sempre depois do processo químico, porque assim será possível reconstruir o que o cosmético agrediu. 😉

 Consultoria: Ariane Ianicelli, cabeleireira e técnica de beleza da Condor / Foto: Reprodução